Manifesto Navalha
1. A Singularidade do Gesto – O Corte com o Clichê
Rejeitamos a reprodutibilidade técnica automatizada e a padronização do olhar. Para o Navalha, cada *9/-projeto é uma ontologia própria: uma investigação visual que se inicia do zero. Da nossa trajetória, herdamos a bagagem e a técnica, mas recusamos fórmulas preestabelecidas. O erro e a experimentação são partes fundamentais do nosso processo de criação.
2. Transversalidade e Interdisciplinaridade – Além da Lente
Não operamos apenas nos limites do frame, do pixel ou da película. A imagem é o nosso produto, mas não o nosso limite. Dialogamos, tensionamos e nos fundimos com as artes plásticas, a literatura e as novas mídias. Investigamos e trabalhamos com a imagem em todas as suas instâncias: da captura à arqueologia visual na organização de acervos.
3. Horizontalidade Intelectual – O Saber sem Topo
Subvertemos a lógica das estruturas piramidais e corporativas. No Navalha, a autoridade cede espaço à afinidade e ao conhecimento técnico-teórico. Não existem chefes, existem saberes trabalhando juntos. Valorizamos a intuição e o talento bruto, mas os fundamentamos no estudo rigoroso, na pesquisa continuada e no repertório crítico.
4. Ecossistemas Fluidos – A Curadoria de Redes
Recusamos a rigidez das equipes fixas e estáticas. O Navalha opera como um organismo vivo e mutável: para cada investigação visual, articulamos uma constelação de talentos sob medida. Estudamos criteriosamente a formação de cada equipe, convocando os profissionais, artistas e técnicos mais alinhados com a densidade conceitual de cada projeto. Nossa força não está na permanência, mas na precisão dos nossos encontros.
5. Ecologia Humana e A Ética do Cuidado com o Outro – A Base da Criação
Acreditamos que a radicalidade da arte contemporânea deve refletir-se, primeiramente, nas nossas relações de trabalho. Praticamos uma economia Sustentamos uma atuação justa e horizontal, onde o tempo, o intelecto e o bem-estar de cada membro da equipe são soberanos. O dissenso é acolhido como potência criativa, mas o afeto, a escuta e o respeito mútuo são inegociáveis. Tolerância zero à discriminação de qualquer natureza.
6. O Valor da Obra sobre o Mercado – Estética da Rigorosidade
Recusamos a mercantilização predatória que dilui a potência da imagem. Trabalhamos com arte e criatividade, não com preço. Não precificamos o invisível; Valorizamos a densidade e o impacto artístico de cada entrega. Nosso compromisso é com o tempo que a obra exige para maturar e com o rigor estético que ela demanda para existir no mundo.
7. Pegada Zero: Consciência do Território – Geografia do Respeito
O espaço que ocupamos nos importa. Nossas locações e cenários não são meros fundos descartáveis para nossas criações; são territórios vivos. Intervimos no espaço com responsabilidade ecológica e espacial, garantindo que nossa passagem preserve ou regenere o ambiente físico e simbólico que nos acolheu.
8. Arte como Prática Social e Dissidência – Democratização do Olhar
A fotografia e o audiovisual são ferramentas de disputa política e social. Reconhecemos nosso papel na democratização da cultura, levando a visualidade e a formação artística não só a espaços expositivos mas também à territórios marginalizados pelo circuito hegemônico. Investigamos o que incomoda, expomos o controverso e usamos a imagem como navalha: para cortar o silêncio e abrir novos horizontes de percepção.
1. A Singularidade do Gesto – O Corte com o Clichê
Rejeitamos a reprodutibilidade técnica automatizada e a padronização do olhar. Para o Navalha, cada *9/-projeto é uma ontologia própria: uma investigação visual que se inicia do zero. Da nossa trajetória, herdamos a bagagem e a técnica, mas recusamos fórmulas preestabelecidas. O erro e a experimentação são partes fundamentais do nosso processo de criação.
2. Transversalidade e Interdisciplinaridade – Além da Lente
Não operamos apenas nos limites do frame, do pixel ou da película. A imagem é o nosso produto, mas não o nosso limite. Dialogamos, tensionamos e nos fundimos com as artes plásticas, a literatura e as novas mídias. Investigamos e trabalhamos com a imagem em todas as suas instâncias: da captura à arqueologia visual na organização de acervos.
3. Horizontalidade Intelectual – O Saber sem Topo
Subvertemos a lógica das estruturas piramidais e corporativas. No Navalha, a autoridade cede espaço à afinidade e ao conhecimento técnico-teórico. Não existem chefes, existem saberes trabalhando juntos. Valorizamos a intuição e o talento bruto, mas os fundamentamos no estudo rigoroso, na pesquisa continuada e no repertório crítico.
4. Ecossistemas Fluidos – A Curadoria de Redes
Recusamos a rigidez das equipes fixas e estáticas. O Navalha opera como um organismo vivo e mutável: para cada investigação visual, articulamos uma constelação de talentos sob medida. Estudamos criteriosamente a formação de cada equipe, convocando os profissionais, artistas e técnicos mais alinhados com a densidade conceitual de cada projeto. Nossa força não está na permanência, mas na precisão dos nossos encontros.
5. Ecologia Humana e A Ética do Cuidado com o Outro – A Base da Criação
Acreditamos que a radicalidade da arte contemporânea deve refletir-se, primeiramente, nas nossas relações de trabalho. Praticamos uma economia Sustentamos uma atuação justa e horizontal, onde o tempo, o intelecto e o bem-estar de cada membro da equipe são soberanos. O dissenso é acolhido como potência criativa, mas o afeto, a escuta e o respeito mútuo são inegociáveis. Tolerância zero à discriminação de qualquer natureza.
6. O Valor da Obra sobre o Mercado – Estética da Rigorosidade
Recusamos a mercantilização predatória que dilui a potência da imagem. Trabalhamos com arte e criatividade, não com preço. Não precificamos o invisível; Valorizamos a densidade e o impacto artístico de cada entrega. Nosso compromisso é com o tempo que a obra exige para maturar e com o rigor estético que ela demanda para existir no mundo.
7. Pegada Zero: Consciência do Território – Geografia do Respeito
O espaço que ocupamos nos importa. Nossas locações e cenários não são meros fundos descartáveis para nossas criações; são territórios vivos. Intervimos no espaço com responsabilidade ecológica e espacial, garantindo que nossa passagem preserve ou regenere o ambiente físico e simbólico que nos acolheu.
8. Arte como Prática Social e Dissidência – Democratização do Olhar
A fotografia e o audiovisual são ferramentas de disputa política e social. Reconhecemos nosso papel na democratização da cultura, levando a visualidade e a formação artística não só a espaços expositivos mas também à territórios marginalizados pelo circuito hegemônico. Investigamos o que incomoda, expomos o controverso e usamos a imagem como navalha: para cortar o silêncio e abrir novos horizontes de percepção.
